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"Diferente dos outros garotos", diz técnico sobre a infância de craque corinthiano
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"Diferente dos outros garotos", diz técnico sobre a infância de craque corinthiano

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Quando saiu de Augustinópolis, aos 12 anos de idade, para tentar a vida de jogador na base do Vasco da Gama, Marlone até poderia ter a pretensão de se profissionalizar e jogar em um grande clube do futebol brasileiro, mas nunca imaginou que estaria vivendo o atual momento na carreira: passagens por gigantes do Brasil, entre os finalistas do Puskás e conhecer Diego Armando Maradona. Para o seu primeiro técnico, Adão Carreiro, desde sempre ficou claro que o tocantinense iria longe.

- Ele chegou com seis anos e começou a treinar, sempre se mostrou ser um menino diferente, mostrou ter uma diferença dos outros garotos da mesma faixa etária de idade - disse Adão Carreiro, primeiro treinador de Marlone ainda no interior do Tocantins.

A premiação, em que o meia concorria ao título de gol mais bonito, foi realizada na tarde desta segunda-feira (9) em Zurique, na Suiça. O tocantinense não trouxe o prêmio pois foi desbancado pelo jogador da Malásia, Mohd Faiz Subri, que venceu com um golaço de falta marcado no campeonato local.

Amigos, parentes e os moradores do pequeno município de Augustinópolis, com cerca de 17 mil habitantes, pararam em frente à uma televisão para acompanhar o anúncio.

- Por aqui o melhor que já vi jogar foi o Marlone. Outro igual a ele não tem aqui não - comentou Seu Raimundo, morador da cidade.

O gol marcado pelo meia do Corinthians contra o Cobresal, do Chile, pela Copa Libertadores da América em abril do ano passado ficou na segunda colocação na votação popular realizada no site oficial da Fifa com 22, 86% dos votos.

Os amigos e o pai de Marlone, Jaldo Saraiva, que acompanhavam na casa da família ficaram decepcionados com o resultado.

- Faz parte, eu acho que o mais importante é que o sonho que começou bem muito de longe foi até onde Deus achou que ele merecia. Agora é erguer a cabeça e tocar em frente - afirmou o pai de Marlone.

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